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30 September 2021
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Retrato Tomás Andretta

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Tomás Andretta, natural de São Paulo, completou um intercâmbio universitário na França como estudante de duplo diploma. Ele começou seus estudos na PUC de São Paulo. Ele escolheu o curso de Relações Internacionais oferecido pela Universidade, devido a seu interesse em línguas estrangeiras, política e diplomacia, mas também porque ele ofereceu um intercâmbio acadêmico com a França. Tomás já tinha interesse em realizar um intercâmbio na França, pois alguns membros de sua família haviam vivido lá. Ele esteve em contato com a língua francesa desde muito jovem e visitou a França várias vezes. O curso de relações internacionais da PUC SP já era uma escolha interessante, mas a possibilidade de um duplo diploma com o Science Po Paris finalmente o convenceu.

 

Seu primeiro ano na França, no campus de Poitiers do Science Po Paris, foi uma experiência nova, não por causa da diferença cultural entre o Brasil e a França, mas porque ele estava em contato com muitos estudantes latino-americanos. Embora seja membro do Mercosul e parte da América Latina, muitos brasileiros como Tomás não se consideram latino-americanos. No entanto, sua experiência no Campus de Poitiers, onde um grande número de latino-americanos permanece, permitiu-lhe descobrir todas as semelhanças que existem entre os brasileiros e as outras nacionalidades do continente.

"Agora me considero latino-americano, esta experiência me abriu os olhos".

 

Além disso, sua estadia na França também lhe deu a oportunidade de conhecer a França além da capital, das grandes cidades e dos centros turísticos. O fato de ter chegado a Poitiers depois de crescer em São Paulo foi uma grande mudança em seus hábitos. Ele não só conheceu uma cidade francesa de dimensão humana que está fora dos circuitos turísticos, mas também adicionou à sua rotina muitas atividades culturais (museus, ópera, cinema, etc.), atividades que ele raramente fazia no Brasil.

 

De forma mais geral, esta experiência o ajudou muito a amadurecer, tanto pessoalmente quanto profissionalmente. Tomás salientou o valor do ensino na França como algo extremamente positivo, nomeadamente porque os estudantes podem se dedicar plenamente a seus estudos. Ele também comentou das diferenças no ensino, especialmente na análise política, pois os brasileiros estão mais acostumados a comunicar suas opiniões políticas e a criticar os acontecimentos atuais do que os franceses, até em Science Po.

 

Como a política sempre esteve perto de seu coração, Tomás trabalha agora para uma empresa de consultoria, que foi contratada pelo governo de São Paulo para revitalizar a região do Vale do Ribeira. Tomás admite que já retornou à França e irá para lá novamente, mas não prevê uma carreira lá porque, em sua opinião:

"há muito o que fazer no Brasil e eu quero ajudar meu país a melhorar. Se eu fosse para a França, seria como abandonar o navio."

 




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